O céu hoje está profundamente azul. Abro as cortinas e me pergunto se podemos traçar nosso destino apenas com a vontade. Quando fecho meus olhos, vejo o seu jeito, escuto seu nome, sinto seu toque. Mantenho-me curiosa sobre o seu mundo. Que estranho. A solidão não me incomoda, de modo algum. Apenas aguça meus sentidos, faz-me rir da minha insanidade. Mas, quando tudo isso realmente se tornar realidade, vai ser uma pena não ter contado antes para os outros: seria uma prova de que eu via o futuro.
25 de abr. de 2009
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